Arqueólogo amador descobre arte pré-histórica de 4 mil anos

Um arqueólogo amador descobriu nas montanhas escocesas exemplos de arte pré-histórica que poderiam datar de 4 mil a 5 mil anos atrás. George Currie, um interessado na ciência da arqueologia, descobriu mais de 90 desenhos escavados em uma rocha na localidade de Ben Lawers, perto de Loch Tay, no centro da Escócia.
As marcas circulares, chamadas de "cup marks" pela semelhanças com as de uma xícara, compõem o grupo de arte pré-histórica observado principalmente no norte da Inglaterra e na Escócia proveniente do período Neolítico e da Idade do Bronze, de 5 mil a 4 mil anos atrás.
Alguns desenhos têm anéis ao redor, razão pela qual são chamadas de "cup and ring marks". Linhas retas também foram escavadas na pedra. Derek Alexander, arqueólogo da entidade escocesa de conservação e promoção do patrimônio natural e histórico do país, The National Trust for Scotland, disse que a descoberta surpreende pela "quantidade e a variedade" dos símbolos encontrados.
"Através tanto de pesquisas direcionadas conduzidas por arqueólogos profissionais quanto do trabalho de amadores dedicados, como George Currie, sabemos agora que Ben Lawers forma uma das maiores concentrações de marcas circulares e de anéis nas montanhas escocesas, o que indica uma paisagem muito significante na pré-história", afirmou.
"Esta é uma descoberta interessante, porque mostra que ainda existe arte pré-histórica em rocha ainda a ser descoberta nas montanhas escocesas."
Filmes sobre ETs fazem disparar relatos de óvnis, diz estudo

Documentos divulgados nesta segunda-feira pelo governo britânico indicam que os relatos de pessoas que afirmam ter visto óvnis no país cresceu mais de cinco vezes de 1995 a 1996, ano em que foi lançado no país o filme americano Independent Day, que conta a história da invasão da Terra por alienígenas.
Em 1996 também foi o auge do sucesso no país da série de TV Arquivo-X, que tem como personagens dois detetives que se dedicam a investigar casos de fenômenos sobrenaturais.
Segundo os documentos do Ministério da Defesa britânico, em 1996 o governo recebeu 609 relatos de pessoas que disseram ter avistado óvnis, contra 117 no ano anterior.
Os arquivos do Ministério da Defesa, que cobrem o período entre 1981 e 1996, estão sendo liberados como parte de um projeto de três anos, e podem ser baixados do site do Arquivo Nacional britânico.
O número de relatos de óvnis em 1996 foi o maior da história desde os 750 relatos recebidos em 1978. Naquele ano foi lançado o filme Contatos Imediatos do Terceiro Grau, de Steven Spielberg.
"Obviamente que filmes e programas de TV provocam uma maior atenção para os óvnis. É fascinante ver como isso parece levar mais pessoas a relatarem o que veem", afirma especialista em óvnis David Clarke, professor de jornalismo da Sheffield Hallam University.
"Nos anos 1950 você tinha óvnis com discos iluminados, como nos filmes B da época, e os alienígenas tendiam a vir de Vênus ou de Marte. Isso parou no fim dos anos 1960, quando descobrimos o quão inóspitos esses lugares são", comenta o especialista.
"A partir dos anos 1980 você começa a ver objetos triangulares. Essa é a era das aeronaves 'invisíveis' dos Estados Unidos. Acho que é óbvio que as pessoas veem o que elas esperam ver", diz.
Cabeças de limõesEntre os relatos divulgados na última leva de documentos liberados pelo Ministério da Defesa, está a descrição de extraterrestres com cabeças no formato de limões que teriam aparecido de um objeto no formato de um disco, segundo o relato de dois garotos da região de Staffordshire em 1995.
Segundo eles, os alienígenas teriam dito: "Queremos vocês, venham com a gente", antes de levá-los para dentro da espaçonave, que, segundo o relato dos meninos, era tão quente que um dos garotos ficou "da cor de uma beterraba". Os garotos fizeram o relato após chegar correndo a uma delegacia da região, "agitados e aflitos".
Em outro relato documentado, duas mulheres disseram ter avistado um óvni em 1994 durante o festival de música de Glastonburry. Segundo as duas, que afirmaram estar sóbrias no momento da suposta aparição do objeto, ele voava de uma maneira que parecia estar tentando se comunicar com elas. Uma das mulheres, uma estudante de ciências metafísicas, disse ter acreditado que o objeto voador tentava um contato com ela ao acender luzes amarelas e verdes - as mesmas cores de sua roupa na ocasião. As duas decidiram fazer o relato às autoridades após terem sido ignoradas ao pedir ajuda a outros espectadores do festival.
Os documentos mostram ainda que foram feitos mais de 30 relatos de óvnis na região central da Inglaterra em um período de seis horas em 1993, levando o caso a ser comunicado ao chefe do Estado Maior das Forças Armadas.
Após uma investigação, descobriu-se que o ovni avistado era um foguete russo ao retornar à atmosfera terrestre.
Religiões oferecem tratamento espiritual para animais de estimação


A Associação Espírita Amigos dos Animais promove dois encontros semanais voltados aos "melhores amigos dos homens". "Temos relatos de curas de pets em estado grave ou em que o veterinário havia dado o animal como desenganado", afirma Silvia Nogueira, diretora da Asseama, instituição que se diz pioneira nesse tipo de atendimento.
Segundo a crença kardecista, todos os seres são espíritos em evolução que passam por todos os reinos -animal, vegetal e mineral. "Por isso, as sessões também servem para que eles compreendam melhor sua passagem pela Terra e se preparem para desencarnar", explica Silvia.
Hoje, algumas denominações religiosas e seitas abrem suas portas para a busca do bem-estar físico e espiritual dos bichinhos. No templo de umbanda Caridade É Amor, há quatro meses acontecem reuniões mensais com o objetivo de dar passes espirituais nos pets.
A médium Juliana da Costa Venezi, 26, enfatiza que faz parte de uma linha da religião africana que não aceita o sacrifício de animais. "Há quem confunda, mas na umbanda pura e correta não há sacrifício de nenhum ser. Os animais são respeitados como espíritos de luz em evolução."
Bem distante de outros rituais, nos quais o sangue derramado de animais é visto como uma forma de agradar aos seres superiores ou como um meio de obter graça, perdão e salvação.
Segundo Juliana, as doenças, muitas vezes, são fruto de cargas negativas absorvidas pelos bichos. A médium diz que cabe aos "tutores" -ninguém é dono dos animais, conforme a crença- identificar a necessidade de tratamento espiritual.
Para que a bênção seja efetiva, os donos dos pets devem obedecer a algumas regras. Assinam um termo de responsabilidade, declarando estar cientes de que o tratamento espiritual não substitui o veterinário. Todos se comprometem a não ingerir nenhum tipo de carne ou bebida alcoólica no dia do trabalho. O alimento carregaria energia negativa. Antes de iniciar o ritual, é realizada uma palestra de 15 minutos.
A cerimônia é rápida. Depois das orações iniciais, é feito um círculo com um ponto no centro. Os médiuns, então, incorporam as entidades. Um a um, os animais são levados ao centro da roda, onde recebem o passe.
Caso o quadro de saúde seja tão grave que não permita que o pet seja transportado ao local, os médiuns aceitam fotografias no ritual. "Não é oferecido nenhum remédio, esse é um tratamento alternativo aberto a qualquer um, inclusive a membros de outras religiões", afirma Juliana.
Frequentadora do centro, a empresária Marilda Torres Antônio, 57, acredita que os animais absorvem as más energias. Assim que soube das sessões, levou o schnauzer Dick para o encontro. "Ele estava sem comer, meio estranho", conta. "Depois do passe, melhorou imediatamente."
A empresária também é "tutora" de Paulie, um cocker spaniel. A dupla, geralmente agitada, fica quietinha durante a sessão. "Parece que a energia emanada pelas médiuns entra direto neles."
A exemplo do centro de umbanda, os médiuns espíritas são todos vegetarianos e procuram nos livros de Alan Kardec a base para a cerimônia com os bichos. Também pedem abstinência de carne e bebidas alcoólicas no dia do encontro. Os donos dos animais são entrevistados, assistem a uma palestra e depois seguem para a câmara de passe.
Laços fortes
Para o padre Edinez Paulo da Silva, 41, da paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Taboão da Serra, ainda é cedo para afirmar que há mais espaço para os bichos nos rituais religiosos. No entanto, ele assinala que a procura por ajuda espiritual é mais uma prova de como os homens estão cada vez mais apegados aos pets.
"São muitos os lares onde um cachorro ou um gato é colocado mano lugar de uma pessoa", afirma. "Não são poucos os que criam um laço afetivo forte, pensando neles como se fossem gente, com alma e sentimentos."
A cerimônia é realizada na porta da igreja. O religioso não tem nenhuma restrição quanto à entrada dos animais no recinto, mas prefere dar a bênção na entrada do templo. "Apesar de rápido, o ritual gera muita agitação. Recebemos cães, gatos, peixes, iguanas, coelhos e até cavalos", afirma. É lido um trecho do livro de Gênesis, que fala sobre a criação e convivência harmoniosa entre as criaturas de Deus. Na sequência, são feitas as orações de bênção.
O segurança Carlos Augusto Coelho, 25, é devoto de são Francisco. Ele conta que herdou a prática do avô, que levava os cavalos para serem abençoados pelo padre. "São diversas as datas em que eu cuido da minha alma, buscando força para as dificuldades", diz. "É justo que eu reserve um dia no ano para o meu melhor amigo." O companheiro, em questão, é Nestor, um gato que encontrou na rua.
Independentemente do credo, a fé é o que une esses donos de animais. A dentista Maria Hermínia Alves Bittencourt, 50, pediu orações para a fox paulistinha Tininha na igreja evangélica Monte Hebron, onde é pastora.
Apesar de não realizarem nenhum culto específico para os pets, os membros da igreja intercederam quando a cadela sofreu um acidente. "Ela foi atropelada e ficou bastante debilitada", relata a dona. "Na mesma noite havia uma vigília na igreja. Eu fiquei em casa cuidando da Tininha, mas a comunidade orou por ela e já no dia seguinte minha paulistinha estava melhor."
Os ritos e crenças variam, mas uma ponderação é comum: o tratamento espiritual não substitui o veterinário.
Estudo calcula chance de sobrevivência a 'ataque zumbi'

Um grupo de cientistas das Universidades de Carleton e Ottawa, no Canadá, publicou um estudo que usa rigor matemático para responder a uma pergunta que faz sentido apenas na ficção: a Humanidade conseguiria sobreviver a um ataque de zumbis?
Intitulado Quando zumbis atacam!: Criando um Modelo Matemático de um Surto de Infecção por Zumbis, o estudo foi publicado no livro científico Pesquisa sobre Modelos de Progressão de Doenças Infecciosas.
O exercício matemático considera várias opções e cenários, incluindo quarentenas bem e mal sucedidas de infectados, assim como a possibilidade de alguns humanos sobreviverem, mas terem que coexistir com zumbis.
Os autores afirmam que um ataque de zumbis poderia acabar com a civilização a não ser que a reação fosse "rápida e bastante agressiva". Mas advertem: "Se a escala do surto aumentasse, então, o resultado seria o do juízo final: um surto de zumbis resultaria no colapso da civilização, com todos os humanos infectados, ou mortos. Isso porque nascimentos humanos e mortes dariam aos zumbis um suprimento infinito de novos corpos para infectar, ressuscitar e converter", afirmam os autores.
Para dar aos vivos uma chance de lutar, entretanto, os pesquisadores escolheram zumbis "clássicos", que se locomovem lentamente, em vez de criaturas mais inteligentes e ágeis mostradas em alguns filmes recentes.
O professor Robert Smith? (o ponto de interrogação faz parte do nome dele, para diferenciá-lo do cantor homônimo da banda The Cure) e seus colegas explicaram como o estudo foi feito: "Nós criamos um modelo de ataque de zumbis usando suposições biológicas baseadas em filmes de zumbis. Nós introduzimos um modelo básico para infecções de zumbi e ilustramos o resultado com soluções numéricas."
Cientistas alemães implantam coração artificial de 92 gramas

Uma equipe de cirurgiões da clínica universitária de Heidelberg (oeste da Alemanha) implantou o primeiro minicoração artificial da história, cujo peso é apenas 92 gramas, informou o próprio centro médico na segunda-feira (17).
A operação aconteceu no final de julho e a paciente, uma mulher de 50 anos que sofria de insuficiência cardíaca, já se recuperou.

"Ela superou com sucesso a operação, de três horas e meia, e agora queremos esperar para ver como seu corpo reage", afirmou o médico e chefe do departamento, Arjang Ruhparwar.
O aparelho, de dimensões mínimas, foi implantado no pericárdio.
Os corações artificiais anteriores pesavam mais de um quilo, explicou Ruhparwar.
O especialista afirmou que a inovação consiste em "seguir a mesma tendência dos telefones celulares, quanto menor e rápido for, melhor".
Este é o menor coração artificial do mundo e é capaz de executar todas as funções do ventrículo esquerdo e de operar de forma simples e eficaz.
Ruhparwar disse que funciona ao mesmo tempo que segue o ritmo sanguíneo de forma exata, algo que os antigos aparelhos não podiam fazer totalmente.
Os funcionários do hospital explicaram que o minicoração permite aos pacientes levar uma vida quase normal.
A única coisa que os pesquisadores não conseguiram resolver é que a fonte de alimentação usada pelo aparelho ainda fica fora do corpo.
Substância que dá inicio à vida é encontrada em cometa



Cientistas da Nasa (Agência Espacial Americana) encontraram o aminoácido glicina, fundamental na formação de proteínas por seres vivos, em amostras de um cometa. Esta é a primeira vez que se encontra um aminoácido neste tipo de corpo celeste.

As proteínas são formadas por combinações de aminoácidos e, por sua vez, são usadas na formação de várias estruturas dos organismos vivos, de cabelos a enzimas.

"Nossa descoberta sustenta a teoria de que alguns dos ingredientes para a criação da vida se formaram no espaço e foram trazidos à Terra pelo impacto de meteoritos e cometas", disse Jamie Elsila, cientista no Centro de Voos Espaciais da Nasa em Greenbelt, no Estado de Maryland, e principal autor de um estudo sobre o assunto, a ser publicado na revista Meteoritics and Planetary Science.

Para Carl Pilcher, diretor do Instituto de Astrobiologia da Nasa, a análise da equipe de Elsila reforça o argumento de que a vida no universo "pode ser mais comum do que rara".

Coleta especial
As amostras foram colhidas do cometa Wild 2 pela espaçonave Stardust. Em janeiro de 2004, a nave atravessou a densa camada de gases e poeira que cercam o núcleo gelado do Wild 2.

Na passagem, uma estrutura coletora especial, parecida com uma raquete de tênis e preenchida com um gel espumoso, capturou as amostras das substâncias.

Essa estrutura foi então colocada em uma cápsula que foi separada da Stardust e enviada à Terra com um paraquedas, chegando em janeiro de 2006. Desde então, os cientistas vinham analisando as amostras para tentar aprender mais sobre a formação de cometas e do nosso Sistema Solar.
Piloto de rali atropela cavalos a 140km/h
veja no link acegir-

[link]http://terratv.terra.com.br/Especiais/Homem/Esportes-TV/4565-245368/Piloto-de-rali-atropela-cavalos-a-140km/h.htm[/link]
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